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Carlos Tavares: Xi preocupado com Brasil, Codesp imprivatizável e novas conquistas chinesas

XI RESPONDE

“A China divulgou as informações da epidemia de maneira oportuna, aberta, transparente e responsável, compartilhando a experiência de prevenção e tratamento com a Organização Mundial de Saúde, prestando assistência a vários países”. Disse, em entrevista, o presidente Xi Jinping. E a propósito das declarações inoportunas do deputado Eduardo Bolsonaro e do ministro Abraham Weintraub, sobre o “vírus da china” e a não entrega de “material médico indispensável”, o presidente chinês acrescentou: “Estou muito preocupado com o desenvolvimento da pandemia no Brasil e espero que o Brasil possa impedir a propagação da doença o mais rápido possível”. Esse é o resumo da atenciosa entrevista do presidente Xi, em resposta as grosseiras afirmações dos políticos brasileiros, publicada no suplemento digital, do Diário do Povo, de Pequim (o maior jornal do mundo).

SPA

Agora chamada Santos Port Autority, a administradra do porto de Santos está sendo preparada para o mau passo da privatização. Sob a gestão de Casemiro Tercio de Carvalho a ex-Codesp vai tentar ser a única empresa privada a administrar um grande porto mundial. Em sentido contrário, os maiores portos dos EUA e da Holanda passaram para a administração do Estado, a pedido dos usuários. E os dois maiores portos da América e da Europa continuam a ser dirigidos pelo Los Angeles Harbor Department e a Havenbedrijf Rotterdam NV.

RECORDES CHINESES

Em meio essa confusão européia do coronavírus, a China alcançou duas marcas realmente notáveis, na área de transportes. Primeiro foi o maior avião do mundo, o cargueiro NA, com seis motores, que levantou voo de Wuhan carregado de equipamentos médicos, anti-Covid-19, para distribuição em países asiáticos. Em seguida, na mesma cidade que foi centro da epidemia, partiu o imenso trem para a Alemanha, com carga de medicamentos para países europeus. Chegou a Berlim e imediatamente os remédios, em caixas, foram distribuídos para Espanha, Belgica, Austria, Polônia e Rússia.

Federação das Camaras de Comércio Exterior 2020